Uma comitiva composta por administradores municipais da província do Huambo, partiu na quarta-feira, 12 de Agosto, com destino à província do Namibe, para participar na II edição da Semana do Desenvolvimento Local, a decorrer no município de Moçâmedes, numa iniciativa promovida pelo Ministério da Administração do Território.
A comitiva é coordenada pelo Administrador Municipal do Huambo, Francisco Jamba Kata, e leva para o certame um conjunto de propostas ligadas ao desenvolvimento local, com destaque para o agronegócio, a melhoria das vias de acesso e o reforço das condições para o escoamento da produção agrícola.
Entre as principais preocupações está a necessidade de melhorar as vias secundárias e terciárias que ligam as zonas de produção agropecuária aos centros de consumo, consideradas fundamentais para o aumento da produção interna.
O Administrador Municipal da Caála, Rúben Etome, destaca, por sua vez, o potencial do município no domínio do agronegócio e da agro-indústria, tendo em conta a sua localização estratégica e os projectos de infra-estruturação previstos, entre os quais a plataforma logística.
A participação da delegação do Huambo enquadra-se assim, numa perspectiva de partilha de experiências e apresentação de soluções para os principais desafios dos municípios, colocando o desenvolvimento local e o bem-estar das populações no centro das discussões. A Província do Huambo leva, deste modo, para o Namibe uma agenda centrada no agronegócio, na melhoria das infra-estruturas, na mecanização agrícola e na criação de melhores condições para o desenvolvimento económico e social dos municípios.
O evento com duração de dois dias, que vai reunir administradores municipais, governadores provinciais e responsáveis dos órgãos auxiliares do Titular do Poder Executivo, é será uma oportunidade para analisar os principais desafios da governação local e definir estratégias capazes de impulsionar o desenvolvimento sustentável dos municípios.
Os participantes vão abordar questões ligadas à melhoria da prestação dos serviços públicos, ao desenvolvimento socioeconómico local, à gestão municipal e ao reforço da articulação entre a Administração Central e a Administração Local do Estado.